30 de outubro de 2009





em alguns dias de chuva na praia cabiam infinitos dias de solidão sem paredes. meu pai saído em mares. eu ficava ali, a comer uns restos. nem tantos. e o eco de um atalho a cruzar terrenos vazios e mundos até a casa do zé.
claro que ele morreu, ela disse.
sem saber o descampado que se desdobrava por dentro. naquela ausência. universo em mim.




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2 comentários:

Theo disse...

pronto... seu blog entrou no meu itinerário! :)

Inês Correa disse...

veronika q triste e ao mesmo tempo, solitário e não sei dizer. bj