4 de maio de 2010

por onde





todo este tempo nascença sou ao seu lado sempre pescaria e caça e colheita depois quando velhos velhinhos e o tempo infinito parecer algumas vezes cansaço sem nome semente sem força nascente sem água sempre eu serei capaz de ao seu lado arar todas as terras e nelas plantar mundos um a segurar o arado outro a tanger os bois.



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3 comentários:

Alvaro Vianna disse...

Emocionante. De verdade!

telma disse...

É lindo. plantio, terra, fertilidades. obrigada por lembrar.

Fabiana disse...

Eita promessa boa. E tão delicada. Beijos.